Ibitinga, Quinta, 22 de Novembro de 2018
Censo rural vai a Araraquara visitar produtores e coletar dados do campo
Técnicos do CATI devem visitar cerca de 1,4 mil propriedades na cidade.?Em São Carlos, levantamento deve ser feito em 741 estabelecimentos

  Técnicos da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (CATI) estão em Araraquara (SP) para realizar o censo rural. Cerca de 1,4 mil propriedades devem visitadas no campo. Em São Carlos, são 741 propriedades e, no Estado de São Paulo, 324 mil.??O objetivo é obter um quadro atualizado da agropecuária paulista. O censo é realizado durante o ano-safra, período entre 1º de agosto quando se inicia o plantio, e 31 de julho de 2017. O primeiro levantamento foi realizado entre 1995 e 1996, e o segundo entre 2007 e 2008.

  Melhorias

  Os técnicos querem saber como os produtores utilizam o solo, quais máquinas usam no processo, se teve melhorias na propriedade. Para isso, os recenseadores têm nas mãos a tecnologia. Com microcomputadores portáteis, fica mais fácil e rápido chegar ao resultado final.??“A gente visita o produtor, acessa o banco de dados e só atualiza. Isso facilita depois quando a gente chega ao escritório, descarrega essas informações, É uma forma mais segura porque os dados são criptografados”, disse a engenheira agrônoma do Cati Érica Tomé Moraes. Cada visita demora cerca de 30 minutos.??São Paulo é o único estado em todo o Brasil que faz um levantamento assim. Os dados devem ser coletados até o meio do ano que vem. Com as informações em mãos dá pra pensar em políticas públicas para melhorar a vida de quem vive na roça.

  Trabalho no campo

O produtor rural José Roberto Pacheco tem um sitio em Araraquara com produção diversificada. Para superar os desafios, ele recorre às linhas de crédito. Foi com financiamento que comprou algumas máquinas, sem juros. Para ele, o censo é importante para que as pessoas saibam mais sobre o produtor rural. “Aqui não tem hora nem dia para trabalhar. Então, as outras pessoas que não sabem como funciona aqui pensam que é jogar uma semente, não é bem assim”, disse.??Pacheco herdou da família o dom para o trabalho na roça. A mãe dele, Maria Aparecida Pacheco, tem 78 anos e uma vida inteira dedicada ao campo. Sabe muito bem que os produtores precisam de ajuda.  “Precisa dar mais atenção porque a gente aqui vende muito barato as coisas, e o que vão comprar, veneno, adubo, é muito caro, então nunca tem um resultado bom”, disse a produtora rural. G1

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