Ibitinga, Sábado, 17 de Novembro de 2018
Associados do Sindicato Rural investem em suínos caipiras
Melhor qualidade da carne é apontada como vantagem para o consumidor e rentabilidade como atrativo para o produtor rural

  A proteína que a carne possui e a gordura rica em ácidos graxos insaturados, considerados saudáveis ao consumo humano, são apontadas por suinocultores como grandes vantagens na criação de porcos caipiras, além do menor investimento e atenção ao manejo; ainda que diferentemente da criação em escala, os animais levem um ano para se desenvolver totalmente.

   Essa é a opinião dos associados do Sindicato Rural de Ibitinga e extensão de base em Tabatinga, Sebastião Pedro Guimarães e Luzia Benedita Gonçalves Guimarães, proprietários da ‘Chácara Cantinho Que Deus Me Deu’. Há cinco anos eles optaram pela suinocultura caipira e não se arrependem. “Nossos suínos não possuem hormônios, eles são criados com alimentos produzidos pela natureza: frutas, legumes e hortaliças e possui uma gordura saudável indicado por vários médicos” Pontuou Sebastião.

  Segundo Sebastião, os porcos caipiras são mais procurados em datas sazonais como  Páscoa e Natal. Em 2016, o retorno com as vendas - em média de 30 cabeças -, foi positivo para o suinocultor e sua família, que está conquistando espaço no mercado, comercializando para Ibitinga e região tanto por peça quanto por quilo.

Recorde na suinocultura

   Segundo o Ministério da Agricultura (MAPA), o Brasil ficou em quarto lugar no ranking de produção e exportação mundial de carne suína no ano de 2016. Alguns elementos como sanidade, nutrição, produção integrada e, principalmente, aprimoramento gerencial dos produtores, contribuíram para aumentar a oferta interna e colocar o País em destaque no cenário mundial. 

  Dados divulgados em dezembro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicam que o abate de suínos fechou o terceiro trimestre do ano com resultados recordes. Entre julho e setembro foram abatidas 10,57 milhões de cabeças, o maior total desde 1997. O aumento foi de 1,1% em relação ao trimestre imediatamente anterior e de 3,8% na comparação com o mesmo período de 2015. 

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