Ibitinga, Sexta, 04 de Dezembro de 2020
Participação feminina cresce no setor do agronegócio
Dados divulgados pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), reforçam que 40% das mulheres representam a mão de obra
Participação feminina cresce no setor do agronegócio
Foto: Ilustração da Internet

No dia 15 de outubro (quinta-feira) foi celebrado o Dia Internacional da Mulher Rural, uma data importante e criada pelo Instituído pela ONU (Organização das Nações Unidas) em 1995, para elevar a consciência mundial sobre o papel da mulher do campo. Segundo os dados divulgados pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), as mulheres constituem 40% da mão de obra agrícola nos países em desenvolvimento.

   As mulheres têm conquistado seus espaços de direito, principalmente no campo e a sua representatividade está cada vez mais forte e reconhecida. Por isso, é importante estar ciente sobre o cenário rural nas questões de gênero e igualdade, e empenhar-se cada vez mais em ações transformadoras para alcançar esse objetivo.

Mulheres no agronegócio 

   Atualmente, o Sindicato Rural de Ibitinga com extensão de base em Tabatinga, possui aproximadamente 173 associadas que atuam no setor do agronegócio e em diferentes segmentos como a horticultura, pecuária, cafeicultura, fruticultura e entre outros.

   Para a técnica agrícola, Sandra Regina Diniz, a mulher no campo tem o lado mais cuidadoso e de dedicação em tudo o que faz.  “Essas características são essenciais e de extrema importância para um bom plantio e para cuidar de uma propriedade rural”, disse Sandra.

  Sandra Biondo, produtora rural acha que tem crescido cada vez mais. “ Eu atuo no segmento de estufas há anos e sempre tenho buscado desenvolver o meu potencial com novos conhecimentos e também realizar um trabalho de qualidade”, contou Sandra.

  Maristela de Oliveira, produtora rural, atua há 10 anos com produção de cana-de-açúcar. “Atualmente sou responsável por toda a gestão de minha propriedade e já fiz diversos cursos para melhorar o cultivo de cana-de-açúcar e também para manusear os maquinários. Engana-se quem pensa que para atuar na agricultura não são necessários fazer cursos e aprender novas técnicas. Tudo é um conjunto para aprimorar nos plantios, principalmente com essa produção que evolui a todo momento. Me sinto feliz, realizada por atuar neste segmento, eu amo minha profissão e fico contente por representar as mulheres no agronegócio”, disse Maristela.

   Para a coordenadora de cursos do Sindicato Rural, Rosilene Silva, o interesse e a participação das mulheres, na atividade rural, se fortalece a cada ano com muita intensidade na agricultura familiar. Seja com enxada na mão, conduzindo o trator para o preparo da terra para o plantio de diversas culturas, as agricultoras, que também gostam de manter a casa organizada e todos os a fazeres normais da rotina em dia.

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