Ibitinga, Sexta, 14 de Dezembro de 2018
ELEIÇÕES 2018 – I

Chegamos aos finalmente das Convenções dos Partidos Políticos, para a definição dos candidatos e das alianças partidárias.

A princípio parecia que teríamos uns 30 candidatos ao cargo de Presidente. 

Provavelmente teremos entre 7 a 10. Ao Governo do Estado, ainda restam definições. Hoje, provavelmente serão candidatos João Doria (PSDB), Paulo Sakf (MDB) e Márcio França (PSB). A data limite para as convenções destinadas a deliberar sobre coligações e a escolher candidatos a presidente e vice-presidente da República, governador e vice-governador, senador e suplente, deputado federal, deputado estadual ou distrital é o dia 05 de agosto (domingo). A partir desta data, ou seja, a partir do dia 06 de agosto é vedado às emissoras de rádio e de televisão, em programação normal e em noticiário: 1.1. Transmitir, ainda que sob a forma de entrevista jornalística, imagens de realização de pesquisa ou de qualquer outro tipo de consulta popular de natureza eleitoral em que seja possível identificar o entrevistado ou em que haja manipulação de dados. 1.2. Veicular propaganda política ou difundir opinião favorável ou contrária a candidato, partido, coligação, seus órgãos ou representantes. 1.3. Dar tratamento privilegiado a candidato, partido ou coligação. 1.4. Veicular ou divulgar, mesmo que dissimuladamente, filmes, novelas, minisséries ou qualquer outro programa com alusão ou crítica a candidato ou partido político, exceto programas jornalísticos ou debates políticos. 1.5. Divulgar nome de programa que se refira a candidato escolhido em convenção, ainda quando preexistente, inclusive se coincidente com o nome do candidato ou com a variação nominal por ele adotada. Sendo o nome do programa o mesmo que o do candidato, fica proibida a sua divulgação, sob pena de cancelamento do respectivo registro.

Imagino que muitos dos eleitores – não estão preocupados com o processo eleitoral, que já chegou, tal a desesperança de um Brasil que se tornou quase um sinônimo da corrupção. Mas os candidatos não vão ficar falando em corrupção – porque aí é o mesmo que falar de corda, em casa de enforcado. Mas a única saída é votarmos. É assim que iremos melhorar as coisas, elegendo pessoas melhores para tratar da coisa que é pública, que é nossa.

Começamos por falar do que foi o seu candidato no último pleito eleitoral em 2014. Lembra-se de quem foi, com certeza. É muitos esquecem. Votam porque o amigo ou o amigo do amigo pediu. Gostou da beleza dela ou dele. Achou engraçado ou, tão desanimador estavam nos nomes, que votou, por votar. 

Vou tentar me ater aos candidatos que tiveram votos em Ibitinga, eleitos e não eleitos e, o que fizeram pela nossa cidade.

Começo pelo de Presidente. Aqui foi eleito Aécio Neves. Decepção total. Está enrolado, com a Justiça. Não será candidato ao Senado. Provavelmente candidato a Deputado Federal, pelas Minas Gerais.

Dos Senadores e Deputados Federal e Estadual, irei dando números de votos e de recursos que conseguiram para nossa Ibitinga, através de Emendas Impositivas, Intercessão junto a Ministérios, Indicações, Emendas. Os dados que colocarei serão dados que consegui obter, de forma documentada, junto a órgãos públicos e, portanto, comprovados, através de documentos. Destacarei se o recurso foi efetivamente pago, isto é, ingressou nos cofres da municipalidade. Se aguarda liberação, se está empenhado, enfim, as mais variadas formas da gestão pública dizer se o dinheiro está em caixa e pode ser utilizado (ou até já foi utilizado), poderá vir ou dificilmente poderá vir.

Como todos nós cometemos erros – e eu costumo errar – quero deixar os políticos, correligionários dos que foram candidatos e se elegeram ou não, muito à vontade para complementar as informações que eventualmente forem falhas ou errôneas da minha parte, desde que comprovem, com documentos, a liberação ou a certeza da liberação de qualquer benefício para nossa cidade: auxílio à entidades, recursos financeiros, veículos, ambulâncias, recursos para a Santa Casa, para a UPA, enfim, qualquer erro meu em faltar com a verdade, peço que me encaminhem o documento da liberação do recurso, para que faça, no próximo texto, a correção do erro. Mas não estou falando, repito, de simples ofícios de solicitação. 

Preciso para ser fiel ao que me propus, de documento fidedigno ou estarei sendo cumplice, de uma mentira e enganarei a população, como muitos eleitos o fizeram.

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